O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), conversou com jornalistas na manhã deste sábado (1º) antes de abrir a sessão de plenário que escolherá o novo presidente do Senado.
“Eu considero que o que deve mais nos orgulhar nesses quatro anos, a todos nós do Senado, é a defesa que o Senado fez da democracia no Brasil. A defesa da democracia foi uma tônica que fez com que o Senado se unisse em um momento de negacionismo, de ataques antidemocráticos, de negação à obviedade de que a democracia deve ser garantida no Brasil”, disse.
“Eu considero que esse é um legado de todos esses senadores. O Senado de fato não se furtou de poder garantir que nós tivéssemos respeito às instituições, busca de harmonia e separação harmônica entre os poderes”, seguiu.
Na abertura da sessão, Pacheco também deve fazer um breve discurso de “prestação de contas”, antes de iniciar os ritos da votação.
Assim que os votos forem contados e o resultado for proclamado, Pacheco dá posse ao novo presidente – que assume o comando da própria sessão.
O sucessor de Pacheco vai comandar o Senado – e as sessões do Congresso Nacional – até janeiro de 2027. Se ainda estiver no mandato, poderá também disputar a reeleição.