O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras 16 pessoas foram indiciadas nesta segunda-feira (18) pela Polícia Federal na investigação que apura um suposto esquema de falsificação de vacinas.
O indiciamento é um dos diversos passos entre a suspeita de uma irregularidade e a eventual condenação dos responsáveis, ao fim do processo.
É quando o delegado avalia que há elementos e indícios suficientes para dizer ao Ministério Público que aquele investigado é o provável autor de um crime.
Com o indiciamento em mãos, a Procuradoria-Geral da República avalia as provas colhidas na investigação e decide se denuncia os citados à Justiça ou pede o arquivamento do caso.
Se optar pela denúncia, o Ministério Público pode mudar a lista de crimes atribuídos ao indiciado – seja para incluir ou para retirar itens.
Em maio de 2023, a PF deflagrou uma operação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal dentro do inquérito das milícias digitais. Seis pessoas foram presas, e várias outras foram alvos de buscas e apreensões.
Agora, os indiciados aguardam análise do MP para descobrir se serão acusados formalmente – e se, caso acusados, se tornarão réus na Justiça.
Fonte: G1