- Foto: Divulgação | Freepik
O diretor administrativo e financeiro do Instituto dos Auditores Fiscais (IAF), Josias Menezes, comemorou ontem o trabalho desenvolvido pela categoria fazendária, refletindo no crescimento de 7,36% na arrecadação de impostos, comparando-se os sete primeiros meses deste ano com o mesmo período de 2023.
Embora a vitória representada pelos quase R$ 22 bilhões seja também um indício de fortalecimento da economia, não se pode reduzir a importância do trabalho dos coletores. O cumprimento das metas fazendárias foi destaque do noticiário recente divulgado no site do IAF – disponível no endereço iaf.org.br – com o acréscimo da explicação detalhada de como funcionou a “tabelinha” com o governo da Bahia, resultando no “golaço” em prol da cidadania.
De acordo com os auditores fiscais, representados por Josias Menezes, o “aquecimento do comércio atacadista, supermercadista e varejista, com elevação no consumo das famílias e nos gastos governamentais, gerou acréscimo do tributo em 13,85%, 12,81% e 18,75% nos respectivos segmentos”. Contudo, ressalva Josias Menezes, o setor indústria persiste com expressiva queda, já registrada em 2023, exceto o setor de bebidas, com crescimento “real” passando da média, alcançando uma hipotética medalha de ouro de 8,05% em 2024.
Já os setores mais impactados por terem sido definidos como “bens de essencialidade” registram acentuada queda, como são os exemplos de combustíveis, energia elétrica e serviços de comunicação.
Fonte: Jornal A Tarde