O edital de licitação nº 002/2024, que definirá qual empresa vai operar a linha marítima Salvador-Morro de São Paulo, no município de Cairu, está suspenso. A decisão partiu da Comissão Permanente de Licitação da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba), que acatou o recurso da licitante Cacatua Transporte de Cabotagem.
Na escalada da polêmica, uma outra questão deixou uma ‘pulga atrás da orelha’ das licitantes. O presidente da Internacional Travessias (ITS), Luiz Carlos Catanhede, antecipou a informação de que a empresa teria vencido o edital para administrar a linha marítima antes mesmo do resultado ser publicado pela Agerba. No entanto, a ITS desmentiu o próprio presidente e negou estar participando da licitação.
Fonte: Bahia Notícias
Sabemos que o ditado popular “Aonde há fumaça há fogo”.
A Internacional Travessias estaria mesmo participando da licitação?
A ITS Internacional Travessias que já presta um péssimo serviço a população baiana, agora estaria preocupada em prestar um péssimo serviço aos turistas que visitam o Morro de São Paulo. Todos sabem a dificuldade que os baianos enfrentam na travessia Salvador-Itaparica, na qual os ferrys além de atrasar, muitas vezes quebram durante a travessia, prejudicando os passageiros.
A empresa não deveria estar preocupada na licitação, mas sim em melhorar os seus serviços colocando vários horários de catamarãs para que a população pudesse escolher de que forma seria sua travessia, ou no ferry boat ou de catamarã, com isso as viagens do interior para Salvador seriam mais rápidas, quando houvesse essa outra modalidade de serviço.
Há quase 10 anos atrás existia um serviço de catamarã que fazia Salvador-Itaparica ou vice-versa. Com isso, era mais rápida a travessia para quem tinha que chegar na capital mais rápido, tendo seu retorno mais rápido para o interior. Não sabemos por qual motivo retiraram esse serviço, atrasando o lado da população que utilizava o serviço.
O governo do estado vem com olhos vendados com a situação da população que utiliza o serviço ferry boat, a AGERBA que fiscaliza o serviço deveria ser mais rigorosa com a ITS – Internacional Travessias. Com isso, a história da ponte Salvador-Itaparica já vem se arrastando a mais de uma década, enquanto isso a população não tem um serviço de qualidade para se locomover do interior para a capital.